No final dos anos 1970, o paIs começava sua longa trajetoria para a redemocratizaçio. Subitamente, ressurgiu o movimento estudantil que tomou a linha de frente das manifestações contra o Regime Civil-Militar que sufocava o paIs. Por todo o Brasil, estudantes começaram a fazer greves, manifestações, demonstrações de insatisfaçio com a politica dura dos generais do poder.Esse foi um momento em que a contracultura se juntou i politica para acender um estopim de liberdade. Sexo, politica, drogas, feminismo – o que antes era tabu passava a ser questionado e testado no dia a dia. As universidades pareciam um balio de ensaio das novas relações e desejos dos jovens.Em Belo Horizonte nio foi diferente. Esse livro, escrito pelo jornalista mineiro Americo Antunes, fala desse perIodo fertil de ideais e contestações. “Nos, que amamos a revoluçio†faz uma referencia explIcita ao livro de Fernando Gabeira, “Nos que amavamos a revoluçioâ€, com uma grande diferença. Se Gabeira colocava seus personagens amargurados e desiludidos pelo passar dos anos, por isso o uso do tempo passado, Americo Antunes coloca as varias vozes do livro no tempo presente, pensando na resistencia, orgulhosas de sua atuaçio politica e juventude.
Autor: ANTUNES AMERICO
Editora: ALAMEDA CASA EDITORIAL
Idioma: Português
ISBN: 9788579394027
Páginas: 218
Encadernação: Brochadura
Edição: 01ED/16